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sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Segundo o Ibope os novos números pesquisados invertem a corrida pelo Senado no Piauí, confira


Elmano Férrer, o Vein Trabalhador e W Martins

Elmano Férrer tem 46% das intenções de voto, 15 pontos na frente de Wilson Martins, que tem 31%, diz Ibope Pesquisa do Ibope divulgada nesta sexta-feira, aponta que Elmano Férrer- O Véin Trabalhador (PTB) tem 46% das intenções de voto para o Senado.

Na sequência, o pessebista Wilson Martins (PSB) aparece com 31%. Geraldo Carvalho (PSTU) possui 4%, Professor Claudionor (PPL) tem 3% e Gustavo Henrique (PSC) soma 1%. Elmano Férrer tem uma diferença de cinco pontos percentuais sobre Wilson Martins. Brancos e nulos somam 3% e indecisos 12%.

No levantamento anterior, realizado pelo instituto entre no período de 7 a 9 de setembro, Wilson Martins tinha 40% e Elmano Férrer estava com 33%. O Ibope fez a pesquisa entre os dias 30 de setembro e 2 de outubro. O instituto ouviu 812 eleitores.

A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levada em conta a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo número PI-00201/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo número BR-00946/2014.


Mídia Local
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quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Em nova pesquisa no PI Wellington vence no primeiro turno, aponta o instituto Data AZ

Candidatos ao governo do Piauí

A quarta rodada de pesquisas do Instituto Data AZ para governador realizada entre 27 de setembro a 1 de outubro, confirma a vantagem do senador petista Wellington Dias na disputa pelo governo do Piauí.
Na sondagem estimulada ele tem agora 49,56% das intenções de voto contra 30,63% do governador Zé Filho (PMDB), que tenta a reeleição.

O ex-senador Mão Santa (PSC) tem 7,72% e os demais candidatos somam 2,8%.

A soma das intenções de votos dos adversários do petista chega a 41,15%, fazendo com que Wellington tenha uma vantagem de 8,41%, ou seja, ele tem mais da metade dos votos válidos – o que lhe assegura a eleição em primeiro turno.

Na pesquisa anterior, realizada entre os dias 20 e 24 de setembro, Wellington aparecia com 49,24% dos votos contra 30,07% de Zé Filho. Os dois, portanto, tiveram variações positivas dentro da margem de erro das sondagens, que é de 3,22% para mais ou para menos.

O número de eleitores indecisos na atual pesquisa é de 5,89%, contra 8,91% da sondagem anterior – em recuo de 3,02%, a maior parte indo para Zé Filho e candidatos de partidos pequenos ou ideológicos, mas que não altera o quadro.

PESQUISA ESPONTÂNEA


Wellington Dias repete na pesquisa espontânea o percentual de intenções de voto que teve na sondagem anterior: 40,57%.

O governador Zé Filho melhorou sua performance, saindo de 23,79% na pesquisa feita entre 20 e 24 de setembro para 25,70% agora.

Os eleitores indecisos somam agora 24,74% contra 27,68% na pesquisa anterior.

O ex-senador Mão Santa aparece com 4,69% das intenções espontâneas de voto, enquanto na pesquisa anterior tinha 3,98%.

Os que dizem não votar em nenhum dos candidatos somam agora 2,07%. Eles eram 2,55% na sondagem anterior

Nenhum dos outros candidatos somou mais que 1% das intenções de voto: Neto Sambaíba, do PPL, teve 0,95%, Daniel Solon, do PSTU, 0,56%, Maklandel Aquino,a 0,48%a e Lourdes Melo, 0,24%, somando 2,23%.

Aumenta a rejeição a Zé Filho

O governador Zé Filho saiu de uma rejeição de 20,92% na pesquisa realizada entre 20 e 24 de setembro para 26,09% agora. Em relação à pesquisa Data AZ, de 11 a 15 de setembro, o percentual dos que dizem não votar no governador subiu quase dez pontos percentuais: saiu de 16, 39% para 26,09% agora.

O segundo candidato mais rejeitado na atual pesquisa é o senador petista Wellington Dias: 23,15% dos eleitores consultados dizem que não votariam nele. Ele também teve aumento de rejeição, pois na pesquisa anterior aparecia com 19,33% dos entrevistados dizendo que não votariam.

Mão Santa segue como o terceiro mais rejeitado, com 17,34%, um pouco abaixo dos 18,22% da pesquisa anterior.

Os candidatos menos rejeitados na pesquisa atual são Daniel Solon (1,11%), Lourdes Melo (1,75%), Maklandel Aquino (1,99%), Neto Sambaíba (2,23%).

Os que não rejeitam nenhum candidato somam 13,29% e os que não sabem nem opinam sobre em quem não votariam são 13,05%.

Zé Filho e Wellington têm queda entre os eleitores de Teresina

Depois de ter melhorado seu desempenho entre os eleitores de Teresina na pesquisa anterior, quando aparecia com 33,33% das intenções de voto em sondagem estimulada, o governador Zé Filho teve uma queda na capital. Na pesquisa atual ele aparece com 30,17% - um recuo de 3,16%.

O petista Wellington Dias também variou negativamente. Na pesquisa anterior ele aparecia com 45.98% e agora tem 41,95% - em um recuo de 4,03%.

A soma das perdas de intenções de votos pelos dois principais candidatos a governador chega a 7,19%.

Mão Santa na atual pesquisa, aparece com 12,64%, contra 6.90% das intenções de voto na sondagem anterior.

Então, o ex-senador “herdou” parte das intenções de votos perdidas pelos dois principais concorrentes.

Na pesquisa anterior Neto Sambaíba tinha 1.15% e agora aparece com 2,87%, mesmo percentual de Maklandel Aquino, que antes aparecia com 1,15%.

Daniel Solon tinha antes 0.86% e agora surge com 2,01%, enquanto Lourdes Melo ficou abaixo de um ponto percentual, com 0,57%.

Os indecisos somaram 4,60%, enquanto 2,30% dizem não votar em nenhum dos nomes em disputa.

Acompanhe abaixo o quadro comparativo das pesquisas realizadas até aqui em todo o Estado.


Ficha técnica da pesquisa
Período da realização – 27 de setembro a 1 de outubro de 2014.
Número de entrevistas – 1.257.
Eleitorado do Estado – 2.335.488 (TSE/maio de 2014).
Área: 51 municípios do Piauí, incluindo a capital.
Margem de erro – 3,22%, com nível de confiança de 90%.
Registros – TRE PI-00198/2014 e TSE BR-00915/2014.

Contratante: Portal AZ
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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Na mão da apatia

Dora Kramer do Estadão

Sejamos claros e francos: os dois principais oponentes da presidente que pleiteia a reeleição, Aécio Neves e Marina Silva, nos últimos quatro anos não se notabilizaram pelo exercício do antagonismo ao governo de maneira a que façam jus à representação do oposicionismo como atividade política constante Justiça se faça, nem eles nem ninguém em especial, porque a oposição nunca se organizou desde que o PT assumiu o poder.

E por se organizar entenda-se ter planos táticos e estratégicos de atuação não apenas em épocas de eleição, mas principalmente entre um período eleitoral e outro Aécio e Marina se dispuseram a enfrentar um governo politicamente atuante, por nascido de oposição belicosa e operante, sem contar com nenhum treino. Tal carência lhes fará falta em caso de vitória, pois vão encarar um PT violento como oposição, mas pode servir de lição para ambos ou para quem dos dois for derrotado.

Quando chegou à Presidência da República, o PT já tinha mais de 20 anos de construção de uma identidade junto à população. Forte e arraigada o suficiente para poder contrariar diversos de seus compromissos - o da ética, notadamente - sem perder por completo seu patrimônio político.

O PSDB chegou ao poder depressa. Nasceu em 1988 e em 1994 já estava no Palácio do Planalto. Em 2002, perdeu a eleição e nunca mais se achou. Disputou todas as presidenciais, mas não encontrou o caminho para construir uma ponte que pudesse ligar o partido à sociedade entre uma eleição e outra.

Aconteceu com todos os candidatos, mas fiquemos com Aécio Neves, que é o atual. Passou oito anos como governador desenvolvendo um "bom relacionamento com o governo federal". Em 2008, na eleição para a prefeitura de Belo Horizonte, aliou-se ao atual candidato do PT ao governo de Minas Gerais, Fernando Pimentel, para eleger Marcio Lacerda, sob o argumento de que era preciso avançar para além da polarização entre PT e PSDB e criar um "novo ambiente" na política.

Hoje o mineiro está em sua maioria optando por Pimentel em prejuízo do tucano Pimenta da Veiga. Tem culpa? Não foi o eleitor quem criou a confusão. Caminhemos. Eleito senador, Aécio era visto como o líder da oposição, mas não foi assim que se colocou perante a sociedade. Optou por uma atuação discreta, dedicou-se às articulações de bastidores e foi até certo ponto bem sucedido.

Quando entrou em cena o imponderável, a morte de Eduardo Campos, não tinha consigo a fidelidade do público, pois não fora a ele que se dirigira nos últimos anos. Seu alvo, os políticos, com facilidade se transfere para onde os ventos ventam. No Rio, o movimento "Aezão" virou "Marinão" ao sabor das pesquisas que indicavam a conveniência de os correligionários do governador Luiz Fernando Pezão a embarcarem em outra canoa.

E assim chegamos a Marina Silva. Depois da recusa da candidata a presidente em 2010 de apoiar Dilma ou Serra no segundo turno, nunca mais se ouviu falar dela até 2013, quando da tentativa de criar seu partido, Rede Sustentabilidade

Oriunda do PT, discípula reverente assumida de Lula, crítica de Dilma como se esta não fosse invenção daquele, Marina não fez política da última eleição para cá. Apareceu para concorrer. A última coisa que se pode dizer é que seja uma oposicionista praticante. No exercício do mandato de senadora ela jamais se referiu aos "assaltos" constatados no processo do mensalão nas estatais como agora faz no caso da Petrobrás.

A ex-senadora não é uma oposicionista de fato. Assim como Aécio. Se perderem, nada impede os dois de virem a sê-los de direito. A depender dos planos futuros.

Por Dora Kramer do Estadão
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Presidiário revela ter recebido proposta de dinheiro para gravar vídeo contra Flávio Dino

Em depoimento prestado na Superintendência Estadual de Investigações Criminais, na noite da última terça-feira (23), o presidiário André Escócio de Caldas confirmou que recebeu promessas de regalias para gravar vídeo contra Flávio Dino. André figura em vídeo veiculado nos últimos dias pela TV e Rádio Difusora, blogs ligados ao grupo Sarney, ao portal Mirante e ao jornal O Estado do Maranhão – propriedade da família Sarney.
Presidiário André Escócio de Caldas recebeu proposta de regalia

Ouvido pelos delegados da Polícia Civil Tiago Mattos Bardal, André Escócio afirmou que o vídeo foi gravado há cerca de oito dias, na sala do diretor da Central de Custódia de Presos de Justiça de Pedrinhas, Carlos Aguiar.

Para gravar o vídeo, o presidiário teria recebido “promessa de conseguirem um Alvará de Soltura e mais uma boa quantia em dinheiro, além do declarante (André Escócio) ficar ‘blindado’ (protegido) no sistema”, caso apontasse Flávio Dino, Patrícia e Weverton Rocha como mandantes do assalto ao banco do campus da Uema. A afirmação consta no termo de declaração emitido pela SEIC.

André Escócio afirma que não participou do assalto ao banco, data em que estava detido em um presídio. O enredo para tentar incriminar Flávio Dino foi criado após conversas do presidiário com o diretor da CCPJ de Pedrinhas, Carlos Aguiar, que também prestou depoimento à Seic, na manhã desta quarta (24).

Divulgação do vídeo – O vídeo veiculado pelo sistema de Comunicação e também pela campanha de Lobão Filho foi gravado, segundo conta Escócio, por Nilson, identificado como chefe de Segurança. O presidiário conta ainda que se surpreendeu quando o vídeo foi veiculado em um dos programas da TV Difusora.

Ao assistirem ao depoimento forjado no ar, os presos teriam começado a gritar “vai morrer, vai morrer”! O preso já está sob custódia, em sala separada, após os acontecimentos.

Depoimento do diretor – Apontado como responsável pela produção do vídeo, Carlos Aguiar diz que o caso foi gravado na presença de Nilson e com o agente penitenciário conhecido como Robson. No depoimento, ele confirma que gravou o vídeo, porém ele não teria acreditado no depoimento em que, segundo o próprio Aguiar, o presidiário “queria ser o bonzão”. O diretor nega responsabilidade pela divulgação do vídeo.

Após confirmar a autoria do vídeo, o notebook de Carlos Aguiar foi apreendido pelo delegado Tiago Bardal.

Investigação Federal – O vídeo foi postado originalmente de uma conta do youtube (canal para reprodução de vídeos) hospedada no Chile. Considerado crime eleitoral, ele passou a ser investigado pela Polícia Federal a pedido da coligação Todos pelo Maranhão, de Flávio Dino. A Polícia Federal e o Ministério Público vão apurar as responsabilidades pela criação e divulgação do vídeo em diversos meios de comunicação – incluindo a TV Difusora, de propriedade de Lobão Filho.

Do JP 
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quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Em nova pesquisa DataM Flávio Dino vai a 58,2% e Lobão Filho tem 24,6%, confira aqui

                                        Flávio Dino X Lobão Flho

Candidato da oposição mantém larga vantagem e vence no primeiro turno.

Em nova pesquisa do DataM publicada hoje 10 de setembro, Faltando 25 dias para a eleição, o candidato oposicionista ao governo do Maranhão, Flávio Dino(PCdoB) amplia a vantagem em relação a pesquisa anterior do Instituto DataM e vai a 58,2% das intenções de voto. Em segundo lugar, Lobão Filho(PMDB), candidato do grupo Sarney, aparece com 24,6%. Zé Luís Lago(PPL) tem 0,5%; Professor Josivaldo(PCB), Saulo Arcangeli(PSTU) e Antonio Pedrosa(PSol), 0,3% cada. 

Brancos somam 6,2% e 9,5% não quiseram responder. O resultado revela uma cristalização dos votos e aponta vitória de Dino no primeiro turno.

Na corrida pelo senado, Roberto Rocha(PSB) continua liderando com 30,1%, seguido por Gastão Vieira(PMDB) com 24,3%. Haroldo Sabóia (PSol) tem 2,7%; Marcos Silva, 2,2%; Evan Andrade, 1,1%; Gersão 0,6%. Brancos e nulos somam 11,3% e 27,7% não quiseram responder.

Espontânea – Quando o entrevistador consulta o eleitor sem apresentar lista com nomes dos candidatos, Flávio Dino aparece com 47,8%. Em pesquisa do mesmo Instituto realizada no final de agosto esse índice era de 41,8%. Lobão Filho também evoluiu na intenção espontânea, saltando de 14,9% para 18,1%.

Rejeição – O eleitor também manifestou opinião sobre em qual candidato não votaria de jeito nenhum. Lobão Filho lidera a rejeição com 45,1%. Já 15,3% disseram que não votariam em Flávio Dino. O elevado índice de rejeição de Edinho Lobão explica a dificuldade que ele encontra em chegar aos 30%, patamar há muito aguardado em sua coligação.

O relatório analítico do Instituto DataM aponta que “a vitória de Flávio Dino está se tornando inevitável a menos que um fato novo e muito forte possa alterar o curso dos acontecimentos”. Lembra que “não há nenhum sinal de queda nas intenções de votos, mantendo o patamar médio que sustenta há mais de ano. Não há nada indicando uma reversão no amplo favoritismo de Flávio Dino”.

A pesquisa foi realizada entre os dias e 5 e 8 de setembro, ouvindo 1500 eleitores em 45 municípios do estado e está registrada com protocolo número MA-00044/2014 .A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Do Blog do John Cutrim
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